Sempre é possível melhorar na vida
Não importa quão bem-sucedido
você seja. Nós não usamos sequer cinco por cento da nossa capacidade cerebral.
Einstein provavelmente não usou nem dez por cento: seu cérebro foi estudado em
todos os detalhes, e não foi possível diferenciá-lo do de um idiota. A
diferença, portanto, não está na anatomia e sim na programação. Se compararmos o
cérebro humano com os computadores, veremos que não é o hardware (o equipamento)
que faz um indivíduo mais inteligente do que outro,
mas sim o software ( o programa que ele usa).
Dizem que as pessoas como Einstein já nascem gênios. Não é verdade. Alguns realmente nascem com uma potencialidade maior. No entanto, se estamos usando somente três a quatro por cento de nossa capacidade mental, basta usar um pouco mais dos recursos que temos, para conseguirmos alcançar ou ultrapassar a inteligência de quem nasceu com maior potencialidade. Esta é a “diferença” que faz a diferença.
Se de repente você esquecesse tudo o que aprendeu até agora no ginásio, no colégio e na faculdade, ainda assim estaria melhor do que qualquer pessoa que nunca estudou. Por que? Porque, no processo de estudar, você aprendeu a pensar. Se fizéssemos hoje uma prova de matemática, geografia ou história, possivelmente todos seríamos reprovados: a gente estuda, esquece, estuda, esquece. Então, se o estudo só serve para aprender a pensar, não há porque perder tanto tempo com conhecimentos que serão esquecidos.
O importante é aprender a pensar direito. E isto é possível. Os nossos cursos, feitos com base nas novas tecnologias de programação neurolingüística, conseguem resultados evidentes em pouquíssimo tempo: nós ensinamos o processo e não o conteúdo. Metaforicamente, podemos dizer que ensinamos o processo de mastigar e as pessoas depois escolhem o que querem comer. Qualquer um pode aprender a aumentar tremendamente a sua capacidade mental: basta conhecer a tecnologia adequada para isso.
Na época da grande depressão de
1929, nos Estados Unidos, o dinheiro desapareceu do mercado. Mas o governo
continuava fabricando as notas. Como é possível? O que aconteceu é que ele foi
das mãos de muitos para as mãos de poucos.
Os poucos que acreditaram que iriam ganhar dinheiro com a depressão, ganharam;
os que acreditaram que iram perder dinheiro, perderam.
A palavra crise, em chinês, tem
dois significados: perigo e oportunidade. É você quem escolhe se vai
considerá-lo como perigo ou oportunidade. Quando ouvir falar em crise, pense em
riscar o S da palavra. Assim: CRI$E. Agora risque o S de novo e
coloque-o no fim da palavra. O que fica? CRIE$. Exatamente! Crie dinheiro,
sucesso e prosperidade.
Você tem na vida o que escolher. E sua mente é tão poderosa que vai lhe entregar o que você pedir. O grande problema é que as pessoas não aprendem a usar o cérebro do melhor modo possível. Quando você compra um aparelho eletrônico, ele vem acompanhado de um manual de funcionamento. Mas o nosso cérebro, que é o “aparelho” mais sofisticado que existe na Terra, não vem acompanhado de um manual de instruções. Temos que aprender a usá-lo por “tentativa e erro”, passo a passo. Os que aprendem, deslancham na vida; os outros ficam para trás, marcando passo.
As oportunidades estão na vida
para serem vistas. Estão no nosso quintal. Na frente de nossos olhos.
Tem gente que gosta muito de se lamentar: se eu tivesse uma formação melhor, se
eu tivesse feito universidade, se eu fizesse doutorado...
Thomas Edison, inventor da lâmpada incandescente e da vitrola, entre outras coisas, estudou durante três meses e sua professora mandou-o embora, dizendo que era oligofrênico, que não tinha inteligência para os estudos. Ele parou de estudar. Mas hoje, quase tudo que nós fazemos depende direta ou indiretamente da descoberta de Thomas Edison. Henry Ford estudou até o 2º ano de ginásio e depois fundou a companhia Ford. Mudou o paradigma de transportes e tornou-se um dos homens mais ricos do mundo. Conhecimento sem uso não é fator de sucesso.
Nosso cérebro precisa aprender a ver as oportunidades, pois na nossa educação não somos treinados para isto. Os atuais processos educativos focalizam os problemas e não as soluções.
Trechos do livro O Sucesso Não Ocorre Por Acaso, do Dr. Lair Ribeiro
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Este é um livro prático, que
mostra como as pessoas podem tornar a vida mais produtiva.
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